Eu preciso de ajuda, ajuda com a viida.
Um personal life, sei lá se isso existe, nos dias de hoje não duvido mais denada.
Quero ajuda em todos os aspectos da vida,
Carreira, vida pessoal, escolhas filosóficas, até o que devo ou não assistir, alguém que me diga que filme devo ver, que comida devo comer, que restaurante preciso ir.
Pode parecer triste, mas essa história de descobrir isso tudo me cansa, tantos o fizeram antes de mim, porque não ter ajuda de alguém que já tenha "zerado a vida"?
Oh grande mestre com sua ajuda, eu iria apenas relaxar e ser obediente, ver os filmes indicados, apenas questionar o que devo questionar, quero acreditar no governo, quero que todos vivam em paz, mas que exista justiça igualitária para todos.
Um mestre me indicaria que remédios devo tomar, que livros eu gostaria de ler sem me decepcionar com o final, o mestre tem que me conhecer no íntimo do meu âmago. Loki diria que a natureza do ser humano é servir e eu concordo.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Passado..
Caros amigos,
A primeira profissão que eu quis seguir era a de militar, ser um piloto de caça, esse era o meu sonho que eu vi ser "derrubado" devido a má qualidade do ensino de matemática nesse país.
Isso teve vários fatores psicológicos em mim, me senti um grande idiota. Por fazer meus pais pagarem uma prova cara, no momento não tínhamos muitas condições. Me senti um idiota por estudar a prova e ainda assim não passar. Desde então eu odeio provas de matemática e não sei porque resolvi me envolver nessa merda de área de TI.
Não sei como seria meu futuro se eu tivesse entrado para a FAB, mas com certeza estaria mais realizado profissionalmente e financeiramente. já teria tirado 12 Férias nesse período e muito provavelmente não teria machucado meu joelho da forma que eu fiz e estaria pilotando os aviões de combate do nosso Brasil.
Provavelmente não teria os amigos que tenho hoje, provavelmente não amaria a mulher que amo hoje, não moraria no lugar que moro hoje e principalmente não trabalharia onde trabalho hoje. Não consigo pensar como seria minha vida se tivesse passado nessa tarefa, é definitivamente impossível.
Hoje quero ser Policial Federal, não pelo salário, eu já disse em outras oportunidades que faria esse trabalho até de graça se eu pudesse, mas pela honra, pelo trabalho bem fundamentado que é o da PF, apesar de erros acontecerem (como o relatado pelo APF Sandro Araújo no seu blog Anjo da Noite). Mas esses são erros e não o foco da PF.
Não sei como será minha vida depois de 15 anos trabalhando lá dentro. Mas garanto que terei ao meu lado meus amigos de hoje e a mulher que amo sempre me apoiando e eu apoiando eles.
Obviamente não falarei para eles dessa conquista, não por vergonha de ser PF, mas por segurança da minha família.
A primeira profissão que eu quis seguir era a de militar, ser um piloto de caça, esse era o meu sonho que eu vi ser "derrubado" devido a má qualidade do ensino de matemática nesse país.
Isso teve vários fatores psicológicos em mim, me senti um grande idiota. Por fazer meus pais pagarem uma prova cara, no momento não tínhamos muitas condições. Me senti um idiota por estudar a prova e ainda assim não passar. Desde então eu odeio provas de matemática e não sei porque resolvi me envolver nessa merda de área de TI.
Não sei como seria meu futuro se eu tivesse entrado para a FAB, mas com certeza estaria mais realizado profissionalmente e financeiramente. já teria tirado 12 Férias nesse período e muito provavelmente não teria machucado meu joelho da forma que eu fiz e estaria pilotando os aviões de combate do nosso Brasil.
Provavelmente não teria os amigos que tenho hoje, provavelmente não amaria a mulher que amo hoje, não moraria no lugar que moro hoje e principalmente não trabalharia onde trabalho hoje. Não consigo pensar como seria minha vida se tivesse passado nessa tarefa, é definitivamente impossível.
Hoje quero ser Policial Federal, não pelo salário, eu já disse em outras oportunidades que faria esse trabalho até de graça se eu pudesse, mas pela honra, pelo trabalho bem fundamentado que é o da PF, apesar de erros acontecerem (como o relatado pelo APF Sandro Araújo no seu blog Anjo da Noite). Mas esses são erros e não o foco da PF.
Não sei como será minha vida depois de 15 anos trabalhando lá dentro. Mas garanto que terei ao meu lado meus amigos de hoje e a mulher que amo sempre me apoiando e eu apoiando eles.
Obviamente não falarei para eles dessa conquista, não por vergonha de ser PF, mas por segurança da minha família.
"Somos fortes na linha avançada..."
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Lost Battle
A primeira batalha foi vencida pelos guardiões dos portões que gurdam meu sonho de ser policial federal, não passei no concurso e outros concursos foram cancelados.
Ahh o mundo não parece ser o mesmo após essa derrota, fiquei muito abalado perdi o rumo, obviamente me perguntei se é isso o que eu quero realmente, mas sim é sim, eu sei dessa resposta não tem como não ser policial mais pra mim, que seja o que for, não quero mais ser um civil.
Longo foi meu luto por causa da perda dessa batalha mas tenho que levantar , erguer a cabeça me apoiar na lança da determinação que está na minha mão direita, levantar o escudo do conhecimento bno meu braço esquerdo e partir pra luta, porque amigos (risada sinistra a la frank castle)...
NÃO
VOU
DESISTIR!!
"somos fortes na linha avançada..."
quarta-feira, 7 de março de 2012
Ficção Policial: Investigação
São Paulo - Outono
O relógio desperta, meu corpo dói e parece pesado, não adianta não consigo me mecher, desisto peguem meu corpo e deixem meu espírito vagar pra sempre, eu penso... O relógio desperta novamente, saio do estágio de sono e penso que barulho infernal pode fazer aquela coisinha tão pequena. Bato a mão e já despertado meu humor ainda não é dos melhores. Bacon, ovos e suco de laranja, duas fatias de pão um chuveiro rápido e estou pronto pra outra.
Pego no criado mudo minha pistola e meu pequeno revólver envolto ainda no coldre de caneleira, levo eles para a mesa da sala, retiro uma mala de ferramentas do armário e começo a rotina de limpeza, um ritual matinal que se equipara com o café da manhã, você pode até pular mas ficará com isso na cabeça o dia todo. realizo a limpeza das armas e verificação das travas munições. Coloco o revolver na canela e a pistola na cintura.
Uma rápida verificada no sistema de vigilância, tudo parece normal, subo para a garagem e lá está ele, preto, imponente como só, um Ford Maverick 1976 blindado, procurando ser discreto na pintura e nos detalhes externos esse maverick esconde não só uma outra pistola mas dezenas de outros acessórios bancos revestidos com placas de metal, no porta malas, como coletes, óculos táticos, algemas, visão noturna e materiais táticos de uso pessoal. 3 Localizadores GPS, sistema de rádio gps e conexão a internet 3G.
Fecho o portão interno da casa, entro nele, ligo o motor e escuto responder rapidamente, uma pequena acelerada e abro o portão automático e saímos rumo a delegacia. Um sentimento de dever comprido ainda corre por minhas veias, depois de queimar 3 toneladas de entorpecentes apreendidos depois de meses de investigação e algumas noites de operação. Ao chegar na delegacia o portão já se abre reconhecendo o Maverick, mas ainda assim abro o vidro escuro como a noite para cumprimentar o segurança. (pequenas atitudes como essa fazem a diferença).
Sub e na minha mesa e antes mesmo de sentar encontro um recado para procurar o delegado, nova missão. Vamos lá, não entrei nessa pra ficar parado. Rapidamente sou direcionado para o pátio onde o delegado informa para a equipe o local, os suspeitos e o crime, tráfico de pessoas para fora do Brasil. A partir daquele momento começam as semanas de investigações, tocaias, escutas telefônicas, e tudo mais. até que se define, vamos agir. A investigação confirmou que os mesmos não utilizam armas e que não apresentam risco para os agentes então não é necessário acionar uma força tática.
Ordens de prisão e mandados de busca liberados , roupa preta, colete e fuzil na mão na viatura operacional abordamos os 5 locais envolvidos, eu e mais 3 companheiros ficamos responsáveis pela prisão do cabeça da operação de tráfico. E lá vamos para a mansão em Interlagos, sirene acionada e vamos lá, passando pelo trânsito da Lapa até a Zona Sul de São Paulo. Chegando próximo ao local e é possível ouvir o ronco dos motores no autódromo, penso rapidamente como deve estar sendo essa corrida, mas logo disperso esse pensamento, foco na missão. Aguardamos o ok das outras equipes, a ação tem que ser cordenada pra não deixar ninguém fugir.
Em menos de 5 minutos veio o OK! A pickup para na frente do portão evitando uma possível fuga, desço primeiro e já bato no portão e digo "Polícia Federal, abre o portão". Uma empregada abre o portão e 3 entramos pelo horário o procurado ainda devia estar na casa. Encontramos e o mesmo gritando palavrões e "vocês sabem quem eu sou?". Algema nele, após a leitura dos direitos conclui ainda, "sim eu sei quem você é, e por isso estamos aqui". Coloquei ele sentado no sofá da sala, minutos depois enquanto os policiais aprendiam documentos e computadores, perguntei se ele tinha se machucado, se estava precisando ir ao banheiro ou se tinha comido, ele me mandou ir pro inferno.
Resultado encontramos documentos e fotos linkando o acusado com pessoas desaparecidas, diversos passaportes, drogas , cocaína e maconha, milhares de dólares e euros na casa, agendas telefônicas e aparelhos eletrônicos e no meio daquilo tudo eu encontrei uma foto de uma pessoa que eu conhecia, uma pessoa que eu não via a anos, uma amiga de quando eu não morava no Brasil. eu rapidamente desci as escadas e mostrando a foto pra ele e perguntando porque tinha uma foto dela lá. Ele apenas virou o rosto e não me respondeu, eu olhei para meus companheiros e eles deixaram a sala, eu tirei a pistola da cintura e apontei pro joelho dele. Ele disse:
- ok, ok, ela foi levada pra Paris.
(o medo instaurou-se por completo no meu corpo)
Eu perguntei onde, ele disse que não sabia.
Já engatilhei a arma e tirei a trava.
- Ok, ok, têm um cara que recebe as meninas lá, elas vão achando que foram contratadas por uma empresa.
- Eu repeti:
- Nome?
- Marcellio, de Jaurês (região de paris)
- Eu não sei pra onde ele leva elas
Eu mirei na cabeça e disse:
- Eu espero que você tenha dito a verdade, caso contrário você vai me ver novamente e eu não vou estar no trabalho.
Sai da sala, cego pela raiva, e liguei para ver se conseguia contactar minha amiga, nenhum acesso, consegui falar com a família dela disse que ela tinha ido pra França a trabalho mas fazia duas semanas mas que não tinha dado notícias desde a viagem.
Nisso tínhamos terminado de carregar a viatura e colocamos o meliante na mesma, e fomos de volta pra delegacia. O dia correu longo, mas assim que saí da delegacia fui direto ao aeroporto, destino: França.
No caminho já liguei para nosso contato da PF na França dizendo que a investigação tinha gerado uma vertente pra Paris, ele me disse que estava em investigação e que não poderia me ajudar muito, mas que eu poderia ir a delegacia e usar o que precisasse, isso seria bem a calhar pois não tinha levado nenhuma arma.
No outro dia de madrugada o avião pousa no aeroporto Francês, A França é um local frio ainda mais para aqueles que tem a alma perturbada, passo rapidamente pela imigração e me dirijo à delegacia com um carro alugado. Sigo direto para Jaurês e descubro perguntando a um bartender onde morava o tal de Marcellio. Fico de tocaia umas horas e depois do almoço vejo movimentação um suspeito deixa a casa, ele pega o caminho para a estação de trem, eu deixo meu carro debaixo da ponte onde o trem sob uma pequena ponte de metal e passa ao lado de uma ambulância, subo atrás dele. ao lado passa um rio com alguns cisnes brancos e crianças voltando da escola, bagunçeiras e barulhentas. Dentro da estação vejo pichações, lixos e trems mau cuidados, o que me faz pensar na diferença do nosso limpo metrô.
Algumas estações depois me vejo em um café defronte de um local mais caro da cidade, entre a champs Eliseé e a torre Eifell, o bairro é elegante mas as casas não são grandes, poucas têm garagem pra carros, mas contam com uma rua particular paralela a rua normal só pra estacionar os seus veículos, e o suspeito fica lá algumas horas e sai e volta pro apartamento e eu entro junto com ele, o prédio era um conjunto habitacional que lembra as comunidades carentes aqui de de São Paulo, passamos por uma grande portão de ferro vermelho e subimos umas escadas que dava acesso direto a dentro dos corredores dos prédios. Seguindo ele de perto ao chegar na porta do seu quarto eu já tiro a arma e já peço pra ele entrar sem fazer barulho. Pego uma foto da minha amiga do bolso e pergunto onde estava minha amiga. Ele não respondeu.
Soco na cara
- Onde ela está?
ele não responde e toma um chute agora.
- Onde ela está?
Ele diz:
- não sei do que você está falando.
- Onde ela está? (chute no estômago)
Ele cospe um pouco de sangue e fica respirando fundo
Eu olho pelo apartamento pequeno mas com várias peças de decoração de luxo, vejo dois sacos de cocaína na mesa de vidro e vejo uma faca butterfly na mesa junto a uma poltrona vermelha de couro, pego a mão dele apoio em uma cadeira e coloco a faca na sua mão presa na cadeira. Ele iria gritar mas eu tapei sua boca com o pequeno cachecol que ele vestia. Neste momento consigo ouvir murmurinhos pelo corredor de pessoas começando a ouvir o barulho que aquela cena causava.
Eu pego minha arma e miro no orgão sexual do mesmo e no mesmo momento ele diz:
- café mon´t rouge, café moun´t rouge.
- Ela está lá? Ele faz que sim com a cabeça.
Eu pego uma almofada que encontrei sem muito esforço que abafa o som dos dois disparos, Marcellius apaga na hora. Saio do apartamento e dou uma olhada ao redor, não há ninguém a volta, saio rapidamente da casa já ouvindo sirenes ao fundo, entro no meu carro e sigo em direção do meu novo endereço Café mon´t rouge, evito pensar no que pode ter acontecido. Prefiro lembrar o quanto apaixonada por Paris minha amiga era, o que provavelmente coincidiu com o acontecido. Bastardos (penso eu).
Chego no local o bairro é vazio, pouco se vê pessoas, mas há vários carros estacionados na rua o local era um prédio antigo e tosco com uma gangue de jovens negros franceses, na porta do prédio, não tinha tempo a perder, parei o carro próximo da porta e já desci apontando a arma mandando eles irem embora. Eles saem correndo como um animal grande que perde uma presa pra um bicho maior. dou duas batidas na grande porta de madeira de dentro e ouço a pergunta:
- Quem é
- Pizza! Eu disse.
A porta se abre e eu já puxo um cara alto e gordo pra fora e com uma chave de pescoço faço ele apagar, (agradecendo ao treinamento da PF) quanto menos chamar atenção melhor, penso eu. O casarão era um local com teto alto, meio abandonado, de fora se via janelas, mas de dentro estavam todas tapadas por placas de madeira, o teto tinha pelo menos uns 5 metros de altura, com grandes portas e corredores largos. entro em um dos corredores e encontro vários quartos com meninas dentro com caras fazendo sexo com a porta aberta mesmo, um cheiro ruim de urina e de droga rolava pela casa e uma música que lembrava rap mas em francês tocava, fui vendo de quarto em quarto. Algumas meninas me chamavam para dentro do quarto mas a maioria não parecia poder nem se levantar.
Eu vi a sombra de um homem vindo em direção aonde eu estava e entrei em um dos quartos, a menina me olhou assustada mas eu pedi pra ela ficar em silêncio e mostrei rapidamente a foto pra ela, ela me apontou pra porta da frente, eu aguardei mais uns segundos e o homem colocou a cabeça pra dentro do quarto, eu não perdi tempo segurei a cabeça dele e coloquei duas balas no peito dele, as meninas gritaram e sairam correndo dos seus quartos. Agora tenho menos tempo eu pensei. Não iria demorar para aquele lugar estar cheio de trogloditas armados. Eu então abri a porta e lá estava minha amiga com um cara gordo sem roupas em um colchão no chão, ela estava algemada em um ferro e o quarto sem janelas ou ventilação só tinha uma privada e restos de comida no chão.
Puxei o cara de cima dela e o enxotei pra fora do quarto, ameaçando atirar nele, ele cuspiu no chão e saiu, minha amiga olhava para o nada, não dizia uma palavra como se estivesse distante, não me reconheceu imediatamente, tirei as algemas dela e coloquei ela sentada, coloquei minha jaqueta sobre ela, ela estava com um vestido sujo, e estava muito mal, desnutrida e cheirava muito mal. Inerte a tudo que acontecia a sua volta. Ao sair do quarto dois caras apareceram no final do corredor armados, e disparando na nossa direção e gritando em francês algo que eu não entendi, aproveitei que a confusão ainda estava em volta, voltei pro quarto e recarreguei minha pistola.
Começou aí um tiroteio, em uma rápida olhada eu vi que havia éter para o processamento de droga em um quarto antes do que os meliantes se escondiam das minhas balas, eu entrei pro quarto peguei o colchão e joguei em pé no corredor, ele foi alvejado dezenas de vezes , as balas pararam por um segundo eu entrei no corredor e atirei contra eles, acertei um deles no ombro e eles entraram no quarto daí disparei contra a parede tentando pegar o èter umas 7 vezes até que ele explodiu, ainda bem, não achoq ue teria tempo de recarregar novamente. Não pegou em ninguém mas era a distração que eu precisava pra sair dali.
Saímos pela mesma porta que eu entrei, coloquei minha amiga no meu carro e tranquei a porta e voltei pra dentro do casarão, e encontrei os dois que atiravam em mim caídos no chão, queimados e gemendo e os matei com um tiro na cabeça cada. Nisso a casa já estava vazia, todas as meninas e caras haviam ido embora, espero que tivessem tido chance de escapar, mas não fico pensando nisso, tenho que sair fora dali
Levei minha amiga para um hospital particular de Paris e pedi que fosse exigido proteção policial a ela. Assim que os policiais chegaram, meu telefone tocou era meu amigo dizendo que ouviu do que tinha acontecido e que sentia muito, eu perguntei se ele conhecia alguma operação que acontecia no endereço que segui Marcellius pela manhã ele me disse que sim que era muito comum esse tipo de casa em Paris e que ali era a central dos chefões. Eu pedi a ele se ele poderia me emprestar mais alguns equipamentos.
Naquela noite mesmo fui até a casa e expalhei explosivos pela casa toda e no fornecimento de gás, e quando era mais ou menos meia noite a casa estava cheia e eu acionei os explosivos, os bombeiros acusaram que foi vazamento de gás. algumas celebridades e autoridades estavam no local mas ninguem muito importante.
Volltei para o hospital e minha amiga estava com aparência muito melhor e chorou ao me ver, me agradecendo e dizendo que queria voltar pro Brasil, no outro dia ela ganhou alta e voltamos a São Paulo. E ela me explicou que tinha sido enganada que tinha conseguido um trabalho na área dela, que pegaram o seu currículo na internet. Ela não queria inicialmente mas não podia negar uma "oportunidade" dessas. Medicada ela estava fisicamente bem, fomos ao aeroporto e logo quando chegamos ela passou mal e a levei direto para o hospital em São Paulo e avisei sua família do ocorrido e que já estava tudo bem. Fiquei no hospital até eles chegarem, mas não falei com eles. Fui embora pra casa com o corpo destruído mas em paz.
Talvez eu tenha destruído uma investigação internacional, com certeza infringi várias leis internacionais, mas espero ter aliviado um pouco o sofrimento daquelas meninas.
No outro dia, o despertador tocou infernalmente denovo.
O relógio desperta, meu corpo dói e parece pesado, não adianta não consigo me mecher, desisto peguem meu corpo e deixem meu espírito vagar pra sempre, eu penso... O relógio desperta novamente, saio do estágio de sono e penso que barulho infernal pode fazer aquela coisinha tão pequena. Bato a mão e já despertado meu humor ainda não é dos melhores. Bacon, ovos e suco de laranja, duas fatias de pão um chuveiro rápido e estou pronto pra outra.
Pego no criado mudo minha pistola e meu pequeno revólver envolto ainda no coldre de caneleira, levo eles para a mesa da sala, retiro uma mala de ferramentas do armário e começo a rotina de limpeza, um ritual matinal que se equipara com o café da manhã, você pode até pular mas ficará com isso na cabeça o dia todo. realizo a limpeza das armas e verificação das travas munições. Coloco o revolver na canela e a pistola na cintura.
Sub e na minha mesa e antes mesmo de sentar encontro um recado para procurar o delegado, nova missão. Vamos lá, não entrei nessa pra ficar parado. Rapidamente sou direcionado para o pátio onde o delegado informa para a equipe o local, os suspeitos e o crime, tráfico de pessoas para fora do Brasil. A partir daquele momento começam as semanas de investigações, tocaias, escutas telefônicas, e tudo mais. até que se define, vamos agir. A investigação confirmou que os mesmos não utilizam armas e que não apresentam risco para os agentes então não é necessário acionar uma força tática.
Ordens de prisão e mandados de busca liberados , roupa preta, colete e fuzil na mão na viatura operacional abordamos os 5 locais envolvidos, eu e mais 3 companheiros ficamos responsáveis pela prisão do cabeça da operação de tráfico. E lá vamos para a mansão em Interlagos, sirene acionada e vamos lá, passando pelo trânsito da Lapa até a Zona Sul de São Paulo. Chegando próximo ao local e é possível ouvir o ronco dos motores no autódromo, penso rapidamente como deve estar sendo essa corrida, mas logo disperso esse pensamento, foco na missão. Aguardamos o ok das outras equipes, a ação tem que ser cordenada pra não deixar ninguém fugir.
Em menos de 5 minutos veio o OK! A pickup para na frente do portão evitando uma possível fuga, desço primeiro e já bato no portão e digo "Polícia Federal, abre o portão". Uma empregada abre o portão e 3 entramos pelo horário o procurado ainda devia estar na casa. Encontramos e o mesmo gritando palavrões e "vocês sabem quem eu sou?". Algema nele, após a leitura dos direitos conclui ainda, "sim eu sei quem você é, e por isso estamos aqui". Coloquei ele sentado no sofá da sala, minutos depois enquanto os policiais aprendiam documentos e computadores, perguntei se ele tinha se machucado, se estava precisando ir ao banheiro ou se tinha comido, ele me mandou ir pro inferno.
Resultado encontramos documentos e fotos linkando o acusado com pessoas desaparecidas, diversos passaportes, drogas , cocaína e maconha, milhares de dólares e euros na casa, agendas telefônicas e aparelhos eletrônicos e no meio daquilo tudo eu encontrei uma foto de uma pessoa que eu conhecia, uma pessoa que eu não via a anos, uma amiga de quando eu não morava no Brasil. eu rapidamente desci as escadas e mostrando a foto pra ele e perguntando porque tinha uma foto dela lá. Ele apenas virou o rosto e não me respondeu, eu olhei para meus companheiros e eles deixaram a sala, eu tirei a pistola da cintura e apontei pro joelho dele. Ele disse:
- ok, ok, ela foi levada pra Paris.
(o medo instaurou-se por completo no meu corpo)
Eu perguntei onde, ele disse que não sabia.
Já engatilhei a arma e tirei a trava.
- Ok, ok, têm um cara que recebe as meninas lá, elas vão achando que foram contratadas por uma empresa.
- Eu repeti:
- Nome?
- Marcellio, de Jaurês (região de paris)
- Eu não sei pra onde ele leva elas
Eu mirei na cabeça e disse:
- Eu espero que você tenha dito a verdade, caso contrário você vai me ver novamente e eu não vou estar no trabalho.
Sai da sala, cego pela raiva, e liguei para ver se conseguia contactar minha amiga, nenhum acesso, consegui falar com a família dela disse que ela tinha ido pra França a trabalho mas fazia duas semanas mas que não tinha dado notícias desde a viagem.
Nisso tínhamos terminado de carregar a viatura e colocamos o meliante na mesma, e fomos de volta pra delegacia. O dia correu longo, mas assim que saí da delegacia fui direto ao aeroporto, destino: França.
No caminho já liguei para nosso contato da PF na França dizendo que a investigação tinha gerado uma vertente pra Paris, ele me disse que estava em investigação e que não poderia me ajudar muito, mas que eu poderia ir a delegacia e usar o que precisasse, isso seria bem a calhar pois não tinha levado nenhuma arma.
No outro dia de madrugada o avião pousa no aeroporto Francês, A França é um local frio ainda mais para aqueles que tem a alma perturbada, passo rapidamente pela imigração e me dirijo à delegacia com um carro alugado. Sigo direto para Jaurês e descubro perguntando a um bartender onde morava o tal de Marcellio. Fico de tocaia umas horas e depois do almoço vejo movimentação um suspeito deixa a casa, ele pega o caminho para a estação de trem, eu deixo meu carro debaixo da ponte onde o trem sob uma pequena ponte de metal e passa ao lado de uma ambulância, subo atrás dele. ao lado passa um rio com alguns cisnes brancos e crianças voltando da escola, bagunçeiras e barulhentas. Dentro da estação vejo pichações, lixos e trems mau cuidados, o que me faz pensar na diferença do nosso limpo metrô.
Algumas estações depois me vejo em um café defronte de um local mais caro da cidade, entre a champs Eliseé e a torre Eifell, o bairro é elegante mas as casas não são grandes, poucas têm garagem pra carros, mas contam com uma rua particular paralela a rua normal só pra estacionar os seus veículos, e o suspeito fica lá algumas horas e sai e volta pro apartamento e eu entro junto com ele, o prédio era um conjunto habitacional que lembra as comunidades carentes aqui de de São Paulo, passamos por uma grande portão de ferro vermelho e subimos umas escadas que dava acesso direto a dentro dos corredores dos prédios. Seguindo ele de perto ao chegar na porta do seu quarto eu já tiro a arma e já peço pra ele entrar sem fazer barulho. Pego uma foto da minha amiga do bolso e pergunto onde estava minha amiga. Ele não respondeu.
Soco na cara
- Onde ela está?
ele não responde e toma um chute agora.
- Onde ela está?
Ele diz:
- não sei do que você está falando.
- Onde ela está? (chute no estômago)
Ele cospe um pouco de sangue e fica respirando fundo
Eu olho pelo apartamento pequeno mas com várias peças de decoração de luxo, vejo dois sacos de cocaína na mesa de vidro e vejo uma faca butterfly na mesa junto a uma poltrona vermelha de couro, pego a mão dele apoio em uma cadeira e coloco a faca na sua mão presa na cadeira. Ele iria gritar mas eu tapei sua boca com o pequeno cachecol que ele vestia. Neste momento consigo ouvir murmurinhos pelo corredor de pessoas começando a ouvir o barulho que aquela cena causava.
Eu pego minha arma e miro no orgão sexual do mesmo e no mesmo momento ele diz:
- café mon´t rouge, café moun´t rouge.
- Ela está lá? Ele faz que sim com a cabeça.
Eu pego uma almofada que encontrei sem muito esforço que abafa o som dos dois disparos, Marcellius apaga na hora. Saio do apartamento e dou uma olhada ao redor, não há ninguém a volta, saio rapidamente da casa já ouvindo sirenes ao fundo, entro no meu carro e sigo em direção do meu novo endereço Café mon´t rouge, evito pensar no que pode ter acontecido. Prefiro lembrar o quanto apaixonada por Paris minha amiga era, o que provavelmente coincidiu com o acontecido. Bastardos (penso eu).
Chego no local o bairro é vazio, pouco se vê pessoas, mas há vários carros estacionados na rua o local era um prédio antigo e tosco com uma gangue de jovens negros franceses, na porta do prédio, não tinha tempo a perder, parei o carro próximo da porta e já desci apontando a arma mandando eles irem embora. Eles saem correndo como um animal grande que perde uma presa pra um bicho maior. dou duas batidas na grande porta de madeira de dentro e ouço a pergunta:
- Quem é
- Pizza! Eu disse.
A porta se abre e eu já puxo um cara alto e gordo pra fora e com uma chave de pescoço faço ele apagar, (agradecendo ao treinamento da PF) quanto menos chamar atenção melhor, penso eu. O casarão era um local com teto alto, meio abandonado, de fora se via janelas, mas de dentro estavam todas tapadas por placas de madeira, o teto tinha pelo menos uns 5 metros de altura, com grandes portas e corredores largos. entro em um dos corredores e encontro vários quartos com meninas dentro com caras fazendo sexo com a porta aberta mesmo, um cheiro ruim de urina e de droga rolava pela casa e uma música que lembrava rap mas em francês tocava, fui vendo de quarto em quarto. Algumas meninas me chamavam para dentro do quarto mas a maioria não parecia poder nem se levantar.
Eu vi a sombra de um homem vindo em direção aonde eu estava e entrei em um dos quartos, a menina me olhou assustada mas eu pedi pra ela ficar em silêncio e mostrei rapidamente a foto pra ela, ela me apontou pra porta da frente, eu aguardei mais uns segundos e o homem colocou a cabeça pra dentro do quarto, eu não perdi tempo segurei a cabeça dele e coloquei duas balas no peito dele, as meninas gritaram e sairam correndo dos seus quartos. Agora tenho menos tempo eu pensei. Não iria demorar para aquele lugar estar cheio de trogloditas armados. Eu então abri a porta e lá estava minha amiga com um cara gordo sem roupas em um colchão no chão, ela estava algemada em um ferro e o quarto sem janelas ou ventilação só tinha uma privada e restos de comida no chão.
Puxei o cara de cima dela e o enxotei pra fora do quarto, ameaçando atirar nele, ele cuspiu no chão e saiu, minha amiga olhava para o nada, não dizia uma palavra como se estivesse distante, não me reconheceu imediatamente, tirei as algemas dela e coloquei ela sentada, coloquei minha jaqueta sobre ela, ela estava com um vestido sujo, e estava muito mal, desnutrida e cheirava muito mal. Inerte a tudo que acontecia a sua volta. Ao sair do quarto dois caras apareceram no final do corredor armados, e disparando na nossa direção e gritando em francês algo que eu não entendi, aproveitei que a confusão ainda estava em volta, voltei pro quarto e recarreguei minha pistola.
Começou aí um tiroteio, em uma rápida olhada eu vi que havia éter para o processamento de droga em um quarto antes do que os meliantes se escondiam das minhas balas, eu entrei pro quarto peguei o colchão e joguei em pé no corredor, ele foi alvejado dezenas de vezes , as balas pararam por um segundo eu entrei no corredor e atirei contra eles, acertei um deles no ombro e eles entraram no quarto daí disparei contra a parede tentando pegar o èter umas 7 vezes até que ele explodiu, ainda bem, não achoq ue teria tempo de recarregar novamente. Não pegou em ninguém mas era a distração que eu precisava pra sair dali.
Saímos pela mesma porta que eu entrei, coloquei minha amiga no meu carro e tranquei a porta e voltei pra dentro do casarão, e encontrei os dois que atiravam em mim caídos no chão, queimados e gemendo e os matei com um tiro na cabeça cada. Nisso a casa já estava vazia, todas as meninas e caras haviam ido embora, espero que tivessem tido chance de escapar, mas não fico pensando nisso, tenho que sair fora dali
Levei minha amiga para um hospital particular de Paris e pedi que fosse exigido proteção policial a ela. Assim que os policiais chegaram, meu telefone tocou era meu amigo dizendo que ouviu do que tinha acontecido e que sentia muito, eu perguntei se ele conhecia alguma operação que acontecia no endereço que segui Marcellius pela manhã ele me disse que sim que era muito comum esse tipo de casa em Paris e que ali era a central dos chefões. Eu pedi a ele se ele poderia me emprestar mais alguns equipamentos.
Naquela noite mesmo fui até a casa e expalhei explosivos pela casa toda e no fornecimento de gás, e quando era mais ou menos meia noite a casa estava cheia e eu acionei os explosivos, os bombeiros acusaram que foi vazamento de gás. algumas celebridades e autoridades estavam no local mas ninguem muito importante.
Volltei para o hospital e minha amiga estava com aparência muito melhor e chorou ao me ver, me agradecendo e dizendo que queria voltar pro Brasil, no outro dia ela ganhou alta e voltamos a São Paulo. E ela me explicou que tinha sido enganada que tinha conseguido um trabalho na área dela, que pegaram o seu currículo na internet. Ela não queria inicialmente mas não podia negar uma "oportunidade" dessas. Medicada ela estava fisicamente bem, fomos ao aeroporto e logo quando chegamos ela passou mal e a levei direto para o hospital em São Paulo e avisei sua família do ocorrido e que já estava tudo bem. Fiquei no hospital até eles chegarem, mas não falei com eles. Fui embora pra casa com o corpo destruído mas em paz.
Talvez eu tenha destruído uma investigação internacional, com certeza infringi várias leis internacionais, mas espero ter aliviado um pouco o sofrimento daquelas meninas.
No outro dia, o despertador tocou infernalmente denovo.
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